Desde quando mudar é um defeito?
Foto: Facebook, perfil
Eu mudo todos os
dias e nesse mundo de verdades acabadas aí é que eu mudo mesmo. Mudo de
verdades, de vertentes, posicionamentos, de apoiar ou não e principalmente, eu
mudo de opinião.
Sim eu mudo de
opinião sem vergonha alguma, basta que eu tenha argumentos plausíveis para
isso. E essa regra é válida para todo e qualquer assunto na minha vida, desde o
profissional ao pessoal.
Mudar é o
resultado do desenvolvimento humano, da existência humana, é dizer para si
mesmo que muito pouco você sabe independente do seu grau de instrução mais
elevado.
Não se engane com
um elogio que talvez eu possa lhe ter feito há algum tempo, não fique triste de
achar que te admirei (ou se passei essa impressão), não fique frustrado(a) se
eu tinha um posicionamento sobre determinado tema e hoje eu possa vir a ter
outro. Não é que eu tenha me tornado outra pessoa, é que mudar é normal e faz
parte do ciclo.
Porém, convém
ressaltar aqui eu que não mudo conforme as circunstâncias, momentos, lados. Eu
mudo conforme argumentos, o que eu vejo, o que analiso cuidadosamente com
receio de estar equivocado em algum termo.
Eu não tenho medo
de mudar, tenho medo de pecar em algum julgamento (entenda julgamento como
posicionamento). Na verdade, mudar é necessário, seja nas amizades (mantê-las
ou não), em todas as nossas relações e, não devemos em hipótese alguma ficar
com a consciência pesada por termos mudado (em todos os sentidos).
Mudar é bonito.
Muito escuto que essa ou aquela pessoa é uma “pessoa de opinião”. Sério mesmo?
Opinião ou ignorância? Que opinião ou ser que não pode mudar?
Porém, é importante dizer que
mudar não é fácil e nessa mudança deve pesar sempre na balança o bom senso, a
criticidade saudável, o pensamento crítico (técnico-conhecimento), a
consciência, o bem-estar social, o respeito. E não seus interesses próprios,
sórdidos.
Foto: Facebook, Perfil
Desde quando mudar é um defeito?
Eu mudo todos os
dias e nesse mundo de verdades acabadas aí é que eu mudo mesmo. Mudo de
verdades, de vertentes, posicionamentos, de apoiar ou não e principalmente, eu
mudo de opinião.
Sim eu mudo de
opinião sem vergonha alguma, basta que eu tenha argumentos plausíveis para
isso. E essa regra é válida para todo e qualquer assunto na minha vida, desde o
profissional ao pessoal.
Mudar é o
resultado do desenvolvimento humano, da existência humana, é dizer para si
mesmo que muito pouco você sabe independente do seu grau de instrução mais
elevado.
Não se engane com
um elogio que talvez eu possa lhe ter feito há algum tempo, não fique triste de
achar que te admirei (ou se passei essa impressão), não fique frustrado(a) se
eu tinha um posicionamento sobre determinado tema e hoje eu possa vir a ter
outro. Não é que eu tenha me tornado outra pessoa, é que mudar é normal e faz
parte do ciclo.
Porém, convém
ressaltar aqui eu que não mudo conforme as circunstâncias, momentos, lados. Eu
mudo conforme argumentos, o que eu vejo, o que analiso cuidadosamente com
receio de estar equivocado em algum termo.
Eu não tenho medo
de mudar, tenho medo de pecar em algum julgamento (entenda julgamento como
posicionamento). Na verdade, mudar é necessário, seja nas amizades (mantê-las
ou não), em todas as nossas relações e, não devemos em hipótese alguma ficar
com a consciência pesada por termos mudado (em todos os sentidos).
Mudar é bonito.
Muito escuto que essa ou aquela pessoa é uma “pessoa de opinião”. Sério mesmo?
Opinião ou ignorância? Que opinião ou ser que não pode mudar?
Porém, é importante dizer que
mudar não é fácil e nessa mudança deve pesar sempre na balança o bom senso, a
criticidade saudável, o pensamento crítico (técnico-conhecimento), a
consciência, o bem-estar social, o respeito. E não seus interesses próprios,
sórdidos.


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